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Comentários
Ernesto No País Do Futebol

Ficção | De André Queiroz, Thaís Bologna | 2009 | 14 min | SP

17 Comentários
Por Renata Del Monaco - Usuário | 09/07/2014

Agora o Ernesto está mais feliz! Vamos para a disputa, hermanos !
Por Telma da Cruz Piedade Oliveira - Professor | 30/01/2014

Excelente filme para discutir o verdadeiro sentido do esporte , aceitação das diferenças, etnocentrismo, bairrismo, xenofobia.
Por Francisco Raimundo de Souza - Usuário | 29/05/2010

Magnífico, engraçado um belo filme parabens aos idealizadores.
Por Benjamim Pereira Mota - Usuário | 30/05/2010

Olá pessoal! Os atos de bullying não são aceitos em nenhuma circunstâncias, foi interessantíssimo a mensagem deste curta, parabéns ao pessoal, Os atos de bullying configuram atos ilícitos, não porque não estão autorizados pelo nosso ordenamento jurídico mas por desrespeitarem princípios constitucionais (ex: dignidade da pessoa humana) e o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. A responsabilidade pela prática de atos de bullying pode se enquadrar também no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de bullying que ocorram nesse contexto. Boa Sorte a Todos! Benjamim Mota.
Por edineide novais silva - Usuário | 28/05/2010

Bem não sei qual msm o que o roteirista queria mostrar, mas o Ernesto sofreu muita violência, até os pais dele não deram mole,p oxa nem entendeu seu filho, a mãe foi cruel e não soube castigá-lo.
Por edineide novais silva - Usuário | 28/05/2010

Refazendo do comentário anterior pude vê o qto esse curta é legal pra analizar e comentar o qto nosso país é preconceituoso e violento. E tbm o qto os pais não procuram ouvir os filhos já vão logo os castigando sem saber da sua versão, pq antes de mais nada a palavra do filho não foi ouvida, somente os castigaram e de forma incorreta, punir numa copa do mundo é crueldade, talvez a mãe realmente não conhecesse o valor do patrionalismo do filho.
Por Vinícius Medina Kern - Exibidor | 28/01/2010

Dá para simpatizar com o Ernesto e dá para apreciar muito pouco do filme, que deveria se chamar "Ernesto no país dos boçais ladrões". É inverossímil que um garoto como ele tolerasse esportivamente a agressão permanente de todos que encontra. Parece não haver nenhum decente - outra coisa inverossímil. Vá ser azarado lá en la Boca, pobre Ernesto. Colegas, professor de educaçao física, cobrador do ônibus, porteiro do metrô, pivetes... todos boçais e agressores. Não sei o que o roteirista pretendia. Se era mostrar o quanto o Brasil tem gente perversa, conseguiu. Mas o que me pareceu ser a idéia original tem algum sentido. Pena que o roteirista pôs o Ernesto na companhia exclusiva (exceto papá y mamá) de ex- ou futuros hóspedes de presídio.
Por Nélida Andino - Usuário | 28/01/2010

Adorei a história. Sou argentina e morei no Brasil há 25 anos. Meu filho mais velho "é" o Ernesto da história. Um pedacinho de nós ficou lá. Muito obrigada
Por Nélida Andino - Usuário | 28/01/2010

Ao meu comentério acrescentem minha nota ao filme: 10!
Por eugenio lino rey contreras - Usuário | 28/01/2010

Nem sempre é uma balsa de azeite ser imigrante no Brasil, existem muitos preconceitos e nacionalismos absurdos num país onde a imigraçao é a base dos seus habitantes. Filme educativo que pode abrir consciências adormecidas.

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