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Comentários
Juro que Vi: O Boto

Animação | De Humberto Avelar | 2004 | 11 min | RJ

12 Comentários
Por Ivany Ehrhardt - Usuário | 28/01/2010

A delicadeza das formas e cores encantam!O tratamento dado ao tema foi deslumbrante! Parabéns à equipe que produziu esse trabalho digno de figurar em todas as filmotecas.
Por Lissandra Pedreira - Usuário | 28/01/2010

Muito lindo! História legal. Nosso folclore é lindo demais! E está muito bem feito, hein?! Liiiindo!!!
Por Mayara Dias Soares - Usuário | 28/01/2010

sem comentário... PERFEITO!!!!!!!!!!
Por Humberto Avelar - Usuário | 28/01/2010

Todos os animais e plantas representados no filme foram profundamente pesquisados pela equipe da produtora Multirio, especializada em produtos educativos. Os peixes são caricaturas de Acará e Tucunaré, típicos da região. O barco cartunizado representa um dos tipos de embarcações que transitam nos rios e afluentes do Amazonas. A música, que se apropria de climas característicos da industria cinematográfica, incorpora baião, carimbó e samba, numa mistura melódica com temperos bem brasileiros. É natural que novidades tenham sido trazidas a lenda original. Afinal, trata-se de obra de ficção e fantasia, enriquecida pela imaginação das crianças colaboradoras da equipe de animação na produção do roteiro. Com menção especial da UNICEF, a série Juro que vi recebeu o selo: "altamente recomendável para crianças e adolescentes", conferida pelo Ministério da Justiça.
Por Henrique Tremante de Castro - Usuário | 28/01/2010

Poucas vezes assistí algo tão lírico, que me tocasse tanto. Moro na Amazônia há 15 anos, com ribeirinhos. E a animação capta a magia do reino das águas e sua relação com a cultura local. Há detalhes sim que podem não corresponder exatamente à lenda do boto. Mesmo a transparência do Rio Amazonas não é aquela, já que a água é barrenta. Mas tem os afluentes de água cristalina, e tem nossa imaginação e o coração para sentir. Grato pela oportunidade de me encantar.
Por Geldes Castro - Usuário | 28/01/2010

O filme, apesar de ser baseado no imaginário amazônico, não chega a refletí-lo. O boto, não é cor-de-rosa e sim vermelho, ao contrário do que foi erroneamente nomeado por Cousteau. O barco não é típico da amazônia, as músicas também não. O boto, transformado em homem, segundo a lenda, usa roupa branca e não rosada. E não é um homem pequeno, mas sim um belo exemplar do sexo masculino, viril, capaz de atrair as mulheres. Acredito que faltou um pouco mais de pesquisa. Infelizmente não é um bom recurso com objetivos educacionais, mas vale para um pouco de entretenimento.
Por Lucila Casseb Pessoti - Usuário | 28/01/2010

O meu comentário eu já fiz. Agora é uma sugestão: por que vocês não ampliam este projeto maravilhoso para os vários mitos/lendas brasileiros? É um tema bem rico e mal explorado. É mais fácil nossas crianças saberem o que é Halloween do que Neguinho do Pastoreio. Triste, né?
Por Lucila Casseb Pessoti - Usuário | 28/01/2010

Maravilhoso! Um verdadeiro poema. Que delicadeza os traços das cablocas! Lindo. Lindo! A criatividade no lance do olho/peixinho, prá mim, foi o ápice. Aguardo o terceiro na maior expectativa.
Por Wilson Luiz Tatagiba - Usuário | 28/01/2010

Achei o filme muito bonito, embora concorde que a trilha sonora destoa do ambiente do curta. Pessoalmente, nao me identifico com a Regina Casé, logo, não gostei da entonação que ela deu à narração. Gostei muito dos desenhos e do movimento de câmera sobre os personagens em alguns momentos. Além do tema ser muito bom - nosso folclore é riquissimo e tem lindas histórias como essa - foi bem tratado.
Por miriam pinto - Usuário | 28/01/2010

Achei o filme interessante, pois resgata um tema do folclore brasileiro, tão desvalorizado pela grande indústria globalizada, no entanto a trilha sonora não tem nada a ver com a música típica da Amazônia, parece que o filme foi feito para "gringo" ver. Alguns personagens parecem ter saído de desenhos de Hanna- Barbera, porém vale elogiar a lembrança do Amigo da Onça de Péricles.

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